O survey PricewaterhouseCoopers tem como objectivo fundamental fornecer uma perspectiva de como pensa a geração do milénio. À medida que vão integrando o mundo do trabalho, quais são as suas esperanças e expectativas? De que forma é que esta integração obrigará as empresas e equipas de RH a rever as suas actuais estratégias de gestão de pessoas?
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A geração do milénio espera mobilidade no trabalho e quer a oportunidade de experimentar funções internacionais.
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Os recrutados desta geração escolherão empregadores que tenham valores de responsabilidade social que reflictam as suas próprias crenças nesta área.
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A geração do milénio percepciona a tecnologia como fundamental para o network e acredita que irá mudar a forma como se trabalha.
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Apenas uma pequena percentagem de jovens espera flexibilidade para trabalhar em casa ou fora dos habituais horários de trabalho.
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A geração do milénio sente-se confortável em fornecer aos empregadores maior acesso a informação pessoal no interesse da segurança dos negócios.
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A ideia de ter muitos empregadores ao longo da carreira não se verifica na geração do milénio – 75% dos inquiridos acredita que terá entre 2 e 5 empregadores ao longo de toda a sua vida útil.
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A geração do milénio expressa lealdade para com a organização onde trabalham, mas não se encontra disposta a comprometer-se com uma lealdade cega.
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A formação e o desenvolvimento são os benefícios que a geração do milénio mais valoriza, particularmente no que respeita ao coaching e mentoring.
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A geração do milénio aceitou que as suas reformas não serão financiadas nem pelo Estado, nem pelos seus empregadores.
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Os jovens inquiridos perspectivam que em 2020 a China, Índia e Rússia terão mais influência económica no mundo do que os EUA e a Europa e que as empresas serão mais poderosas que os governos.
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A PricewaterhouseCoopers tem ao seu dispor uma equipa de mais de 6.000 especialistas em Recursos Humanos para reflectir a seu lado nas consequências desta mudança nas Políticas de Gestão de Pessoas. Ouse desafiar-nos a ouvi-lo!