PwC é a Melhor Grande Empresa para Trabalhar em Portugal na área dos serviços de auditoria e consultoria.

Equilíbrio é essencial

A consultora PwC esforça-se por alcançar melhores resultados no equilíbrio entre carreira e família e é adepta da flexibilidade de horário.

A flexibilidade de horário, a cultura de proximidade e a mobilidade, nacional e internacional, lideram a lista de fatores que os colaboradores mais valorizam na PricewaterHouseCoopers (PwC). António Saraiva, diretor de Recursos Humanos, diz que há muito mais além disto numa empresa que tem como aposta estruturante garantir o bem-estar dos seus quadros. A cada ano entram na PwC mais de 200 novos colaboradores, entre profissionais seniores, com provas dadas no mercado, e juniores. A todos, garante António Saraiva, chega a mensagem de que há vida além da carreira e o equilíbrio entre a componente pessoal e a profissional não só é importante como necessário.
Na PwC, tal como na generalidade das consultoras, o volume de trabalho tem picos que podem obrigar a maratonas de trabalho intenso. Para facilitar a conciliação entre a vida profissional e familiar, a empresa tem em vigor um regime de flexibilidade horária e tem vindo a incrementar processos que facilitem o trabalho fora do escritório. Cada colaborador sabe quais são os seus objetivos e responsabilidades e tem liberdade para gerir o seu dia a dia , explica o responsável. Aos pais de crianças até aos dois anos, a empresa dá ainda maiores facilidades.
Entre o vasto leque de benefícios que a PwC oferece. somam-se o seguro de saúde extensível à familia, protocolos com instituições bancárias e prestadores de serviços na área da saúde e bem-estar. incentivos à prática desportiva, bónus de desempenho, plafond de telemóvel para uso pessoal e muitos outros. A empresa prepara dois novos trunfos: a criação de uma linha de apoio aos colaboradores, onde as pessoas possam tirar dúvidas e pedir apoios, financeiros ou de outra ordem, e a atribuição de cheques-creche ou de educação a colaboradores com filhos.

Tumover a diminuir

Nos últimos anos, a taxa de rotação na empresa diminuiu fixando-se agora nos 13%. A PwC procura dar resposta às aspirações dos colaboradores, nomeadamente ao nível da progressão na carreira, e para isso investe anualmente cerca de um milhão de euros em formação. Criou a Universidade corporativa. um conjunto de formaçôes em elearning que abrangem domínios técnicos e comportamentais, em regime facultativo. Cerca de 70% da formação é realizada on job, 20% decorre de ações de coachinge e 10% é realizada em sala ou elearning. António Saraiva garante que a receita é cumprida. Um padrão que facilita a mobilidade internacional tão apetecível aos olhos dos jovens. A cada ano, 20 portugueses somam ao currículo experiéncias internacionais ao abrigo dos programas de mobilidade desenhados pela empresa. "A mobilidade é muito apetecível para os quadros mais jovens e podemos abranger anualmente mais pessoas", garante.

In Revista Exame, 30 janeiro 2014