Artigos de antevisão

Um Orçamento e duas reformas
[PÚBLICO: 15-out-2013]

Sendo o nível de dívida pública insustentável, o que levou à perda da capacidade de financiamento, só a redução daquela permitirá superar com sucesso o processo de ajustamento. Mas a redução da dívida implica a acumulação de excedentes orçamentais, começando pelo saldo primário (desconsiderando encargos financeiros portanto). É assim imperioso garantir que as opções orçamentais e a sua execução sejam adequadas à obtenção, pelo menos, do previsto saldo primário de 0,2% do PIB em 2014.


 

Um só objetivo para o Orçamento do Estado para 2014?
[SOL: 11-out-2013]

A principal expectativa para o Orçamento do Estado para 2014 (0E2014) é a de que este garanta um saldo primário positivo. Nesse contexto, o número 0,2% do PIB é o numero mágico, motivado em 2/3 pela redução da despesa, tal como estava previsto no plano de ajustamento, e em apenas 1/3 do aumento da receita.


 

Comentários à proposta de reforma do IRC
[PwC: 23-set-2013]

A urgência de uma reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) que, sendo business friendly, estimule o investimento e, consequentemente, promova o crescimento e o emprego, é por demais evidente.


 

Por um IRC competitivo e estável
[Expresso: 07-set-2013]

Tendo presente o que ficou referido, importa explicitar que as escolhas da Comissão são acertadas e poderão contribuir decisivamente para a criação de riqueza em Portugal. Porém, o núcleo duro da reforma proposta não corresponde à descida da taxa nominal.


 

IRC: neutralidade e competitividade
[Expresso: 24-agos-2013]

A Comissão para a Reforma do IRC criada por despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais aponta, e bem, para a necessidade de minorar os incentivos aos ditos comportamentos de substituição, sobretudo em contexto internacional.


 

Reforma do IRC: Investimento e Emprego
[Jornal de Negócios: 14-agos-2013]

Um imposto sobre os lucros das sociedades simples, estável e competitivo, constitui um dos factores essenciais para atrair investimento e, consequentemente, para criar emprego. Por carecermos de investimento, deveremos acarinhar o investimento de que já dispomos, criar condições para novos investimentos pelas empresas locais e atrair capitais estrangeiros.