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LEME - Barómetro PwC da Economia do Mar

Em detalhe

Os oceanos sempre foram um dos maiores recursos naturais para a humanidade. No passado, inicialmente pela vertente alimentar, de construção naval, transporte e defesa; mais recentemente pelo petróleo e gás, assim como pelo turismo; e agora, e cada vez mais, pela biotecnologia ‘azul’, robótica, minérios do subsolo marítimo e energia renovável. Neste contexto, não é uma surpresa, o facto das nações costeiras olharem para os seus mares como ativos nacionais vitais, enfatizando cada vez mais a proteção dos mesmos. Há mais países a solicitar às Nações Unidas a extensão das respetivas plataformas continentais, havendo também mais empresas a competir pela oportunidade de explorar e rentabilizar as mesmas. O potencial é tão vasto como o mar em si mesmo: mais de 70% do planeta é coberto por água e, até agora, apenas 5% do leito marinho foi analisado e fotografado.  

Assuntos relevantes identificados:

  • Os países com maiores zonas económicas exclusivas têm um maior potencial de aproveitamento do extraordinário valor dos oceanos;
  • Grécia, Japão, China, Alemanha e Singapura são os países que concentram a maior parte da propriedade de navios;
  • Os dez maiores portos de contentores do mundo são asiáticos, sendo que 7 são chineses;
  • Em 2018, a Ásia (China, Coreia do Sul e Japão), representou cerca de 82% da produção de navios finalizada nesse ano (35,6%, 23% e 23,4%, respetivamente);
  • Em 2018, a Arábia Saudita (10%), Qatar (8,8%) e Noruega (8,2%) foram os três principais produtores de petróleo e gás offshore;
  • A capacidade de energia eólica offshore no mundo é liderada por três países (Reino Unido, Alemanha e China), os quais representam 81,81% da capacidade total instalada no mundo. Em quarto lugar, a Dinamarca representa 5,74% dessa mesma capacidade;
  • Em 2019, o país com maior número de equipamentos navais de grande porte (porta aviões, fragatas, destroyers, corvetas e submarinos) é a China com 204, imediatamente seguida pelos EUA com 197. A Rússia ocupa o terceiro lugar com 165 equipamentos navais de grande porte;
  • Em 2018, a Nigéria é o país que registou maior número de ataques de piratas (24%);
  • As principais zonas com maior número e peso de partículas de plástico são o Norte do Oceano Pacífico (38% e 36%, respetivamente), o Oceano Índico (25% e 22%, respetivamente) e o Norte do Oceano Atlântico (18% e 21%, respetivamente).
  • Os dez principais países ao nível da pesca, encabeçados pela China, com 19,2% das capturas, representam cerca de 60% do total da pesca global, tendo vindo a aumentar significativamente a sua captura nos últimos 10 anos.
  • A aquicultura interior é a principal contribuidora para o crescimento da aquicultura e a China é o país mais relevante representando 62% da produção global de aquicultura.
  • As Caraíbas (34%) continuam a ser a região do globo com maior quota de mercado na indústria dos cruzeiros, logo seguida pelo Mediterrâneo (17%) e pelo resto da Europa (11%).
  • A Indonésia é o país com maior número de pontos intermédios de cabos submarinos do mundo (12%), logo seguido pelos Estados Unidos da América (11%).
  • As Américas constituem a região com maior quota global no que respeita à biotecnologia azul, com mais de 40% do mercado.

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