LEME - Barómetro PwC da Economia do Mar (Portugal)

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Dando sequência ao compromisso de responsabilidade social que assumimos em 2010, apresentamos a 9ª edição do LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar, que este ano dedicamos à importância da geoestratégia marítima.

A economia do mar nacional tem mostrado, ao longo do tempo, uma grande resiliência económica e social, conseguindo crescer acima da média da economia nacional, num período de grande instabilidade económica. Caso se reforce o investimento, particularmente o investimento externo, nas indústrias do mar, a economia do mar poderá atingir patamares superiores de crescimento e de desenvolvimento económico.

Comparativamente com a sua dimensão terrestre, a dimensão geográfica marítima de Portugal é enorme.A sua localização no Atlântico Norte, na parte ocidental do continente Europeu, com vizinhos marítimos do continente Americano e do continente Africano e uma história muito ligada às rotas marítimas, particularmente com o continente Asiático, indicia que a sua posição geográfica tem um significado estratégico relevante. Neste contexto, inquirimos líderes da economia do mar de Portugal, sobre se investidores externos são sensíveis à localização geográfica de Portugal. Tentámos indagar se, na opinião dos entrevistados, em geral, quando investidores externos ao país analisam potenciais investimentos na economia do mar de Portugal, atribuem importância à localização geográfica de Portugal e ao facto de Portugal pertencer a organizações internacionais como a União Europeia, a Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa ou a NATO.

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A maioria dos inquiridos considera que investidores externos atribuem muita importância à localização geoestratégica de Portugal. Sendo que, por setor de atividade, o setor dos portos e logística é o setor em que mais entrevistados consideram que investidores externos atribuem grande importância ao posicionamento geoestratégico de Portugal.

Do inquérito realizado, conclui-se igualmente que a maioria dos líderes da economia do mar considera que podem existir Estados que apenas procuram investir na economia do mar de Portugal por razões geoestratégicas, independentemente do racional económico do investimento a realizar. Neste contexto, se por um lado a localização de Portugal tem vantagens na atração de investimento externo, por outro lado é necessário que a aceitação desse investimento passe por um crivo que despiste, caso a caso, intenções diferentes da normal relação comercial entre agentes económicos.

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Miguel Marques

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