Descubra como dados fiáveis, políticas claras e sistemas tecnológicos podem tornar-se pilares de competitividade, reforçar a confiança institucional e contribuir para a atração e retenção de talento em Angola.
Pergunta muito pertinente e atual. A Igualdade e Transparência Salarial não são apenas uma exigência ética: são um imperativo de competitividade num mercado onde a atração e retenção de talento qualificado é crítica. No contexto angolano (e africano) vejo desafios específicos — mas também caminhos práticos para endereçá‑los.
Na nossa equipa, promoções e aumentos são definidos por performance, com critérios transparentes para todos, e suportados num sistema de avaliação de desempenho informático, cujas regras de avaliação são comunicadas todos os anos no início do ciclo de avaliação. Nas métricas usadas avalia-se impacto, competências e resultados.
Priorizamos a capacitação de quadros locais, com planos de desenvolvimento individual e oportunidades reais de liderança.
Promovemos diversas iniciativas anuais de proximidade com universidades e apoiamos programas de formação avançada (em colaboração com a SAP e outras entidades) para jovens africanos, potenciando o seu sucesso na entrada no mercado de trabalho.
Implementámos as mais recentes aplicações de gestão de recursos humanos, onde todo o processo se encontra sistematizado. Praticamos revisões periódicas dos dados de remuneração para identificar e corrigir potenciais desvios.
O resultado? Temos observado progressões entre colegas do sexo feminino e de nacionalidade africana, fruto de investimento consistente e consciente em formação, exposição a projetos desafiantes e feedback contínuo.
Em síntese: o desafio em Angola é, em grande medida, sobre dados, processos, cultura e governança. Mas é também uma oportunidade. Organizações que:
São organizações que constroem confiança, retêm talento e elevam o padrão do mercado.
É esse o compromisso que temos vindo a perseguir com os nossos clientes: suportar a tomada de decisões justas, transparentes e ancoradas em mérito, com impacto positivo na vida das pessoas e na competitividade dos nossos clientes.
É assim que “resolvemos problemas importantes na sociedade”.
Tito Moreira Tavares é Partner na área de Consulting – Financial Services da PwC, onde trabalha desde 2017. Contém 15 anos de experiência em projetos de Transformação Digital em Portugal Angola, Cabo Verde, Timor-Leste, Luxemburgo e Singapura. Faz também parte da equipa responsável pelo lançamento de negócio da PwC Portugal em Moçambique. A sua experiência é particularmente relevante em transformação digital, reengenharia e implementação de processos, programas de redução de custos e eficiência empresarial/organizacional, gestão de projetos e programas PMO. No último ano, apoiou a PwC’s Academy em Angola, desenvolvendo cursos de formação e conteúdos.
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Licenciatura em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Frequentou diversos cursos de formação em PMO e implementação de sistemas de informação, sendo certificado na implementação de tecnologias SAP e Microsoft
• Revisão da estrutura de funções
• Mapeamento e avaliação das funções com critérios claros e objetivos
• Promoção de auditorias internas regulares
• Revisão de políticas de progressão e aumentos com base em mérito e critérios neutros
• Revisão dos sistemas de avaliação de desempenho e modelos de carreira
• Desenvolvimento de uma cultura organizacional orientada para a confiança e justiça
• Desenvolvimento de campanhas de comunicação interna
• Capacitação da liderança para decisões salariais justas
* A PwC dispõe de diversas equipas especializadas que apoiam diferentes áreas da Igualdade e Transparência Salarial.
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