HR for Business – 8.ª Edição

Práticas estratégicas de RH: o motor (in)visível da cultura organizacional

HR for Business – As práticas estratégicas de RH: o motor (in)visível da cultura organizacional
  • Junho 03, 2026

A cultura organizacional define a forma como as organizações operam, traduzindo-se em decisões e comportamentos que moldam o dia-a-dia e influenciam a execução da estratégia. É através destas práticas que a cultura ganha expressão concreta e impacta a criação de valor.

Neste contexto, a função de Recursos Humanos assume um papel crítico ao assegurar a articulação entre a cultura e as práticas de gestão de pessoas. É nesta integração que se consolida a capacidade das organizações de executar a estratégia de forma alinhada, sustentável e competitiva.

Na 8.ª edição da HR for Business, a equipa de Workforce da PwC aprofunda a cultura organizacional enquanto elemento central do ADN das organizações, evidenciando os pilares que a sustentam e o seu papel na criação de contextos consistentes, alinhados e orientados à execução.

A cultura organizacional é o ADN das organizações

A cultura organizacional constitui a essência da forma como as pessoas interagem e trabalham. É, na prática, o modo como as "coisas acontecem" dentro de uma organização. Apesar de ser frequentemente percecionada como um conceito abstrato, manifesta-se através de padrões concretos de comportamentos, decisões, relações e formas de execução do trabalho.

A sua complexidade reside neste paradoxo: é simultaneamente intangível e profundamente enraizada, difícil de gerir, ainda mais desafiante de transformar e, por isso mesmo, quando devidamente compreendida e trabalhada, torna-se um dos mais poderosos motores de criação de valor que uma organização pode ativar.

A identidade cultural de uma organização, isto é, o seu "ADN", constrói-se a partir da combinação de traços (tendências organizacionais reconhecíveis) e comportamentos (o que as pessoas efetivamente fazem no dia-a-dia) que se repetem ao longo do tempo, ativados ou inibidos por enablers formais e informais que dão coerência ao sistema. Estes traços não são, por natureza, positivos ou negativos: podem tanto potenciar como limitar a execução da estratégia. O verdadeiro desafio não está em “transformar a cultura”, mas em compreender que elementos devem ser reforçados e quais devem ser ajustados. É precisamente nesta ligação, entre traços, comportamentos e enablers, que a cultura deixa de ser um conceito abstrato e se afirma como um ativo estratégico, capaz de acelerar ou bloquear a execução.

Os pilares que moldam o ADN organizacional

Embora cada organização tenha o seu próprio ADN, os estudos recentes da PwC permitem-nos identificar um conjunto de pilares transversais que sustentam culturas fortes, coerentes e adaptáveis. Não funcionam isoladamente: reforçam-se mutuamente, e é precisamente da sua interação que resulta uma cultura capaz de sustentar a estratégia.

A primeira pergunta que qualquer organização deve colocar é simples, mas raramente feita: a nossa cultura suporta a estratégia que queremos executar?

Se a resposta for negativa, a execução da estratégia fica condicionada desde o início. Não por resistência consciente, mas porque a sua concretização depende de inúmeras decisões diárias – e essas decisões são, na prática, influenciadas pela cultura, mais do que pelas orientações estratégicas. As culturas podem mudar, mas não conseguem mudar de forma radical no curto prazo. Por isso, conhecer antecipadamente a dimensão da diferença entre cultura e estratégia permite às lideranças definir o nível certo de ambição estratégica – e aumentar significativamente a probabilidade de sucesso.

A centralidade deste alinhamento é confirmada pelo estudo da PwC (Global Culture Survey 2021): cerca de dois terços dos membros de Conselhos de Administração e Comissões Executivas consideram a cultura mais importante para o desempenho da organização do que a estratégia ou o modelo operacional e aproximadamente 67% identificam-na como tema estratégico crítico (face a cerca de 61% em 2018 e 53% em 2013).

Este desafio torna-se ainda mais evidente quando analisamos a forma como os colaboradores percecionam a mudança: de acordo com o estudo da PwC (Global Workforce Hopes and Fears Survey 2024), uma percentagem significativa dos colaboradores refere não compreender por que motivo as mudanças organizacionais estão a ocorrer, evidenciando um desalinhamento entre intenção estratégica e a forma como esta é interpretada e vivida nas organizações.

Medir o alinhamento entre cultura e estratégia é, por isso, o ponto de partida. Sem esse diagnóstico, define-se ambição estratégica no escuro.

Em segundo lugar, é importante perceber de que forma se ouve a organização. Existe uma diferença relevante entre a forma como os líderes percecionam a cultura e a forma como os colaboradores a experienciam.

Esta não é uma observação anedótica: é um dos principais insights do estudo da PwC (Global Culture Survey 2021). Quando questionados sobre se a organização tem um sentido de propósito claramente afirmado, 79% dos líderes concordam, mas apenas 65% dos colaboradores da linha da frente partilham essa perceção. A discrepância acentua-se em dimensões críticas: 73% dos líderes acreditam que a liderança demonstra, na prática, o propósito e os valores da organização, mas apenas 46% dos colaboradores reconhecem essa coerência. Em temas como diversidade e inclusão, 64% dos líderes consideram que se promovem discussões abertas sobre temas sensíveis, contra apenas 51% dos colaboradores.

Por outras palavras: à medida que se passa do propósito declarado para a forma como ele é efetivamente vivido pelas lideranças no dia-a-dia, o gap entre líderes e colaboradores aumenta significativamente – de 14 para 27 pontos percentuais. Esta é, talvez, a fotografia mais reveladora da distância entre cultura declarada e cultura vivida.

Estes gaps não se resolvem com mais comunicação top-down. Resolvem-se com escuta estruturada e contínua (estudos de clima, conversas de feedback, focus groups, plataformas de auscultação contínua) e, sobretudo, com a mobilização dos chamados líderes informais: colaboradores sem função formal de chefia, mas com forte influência relacional, que conhecem a realidade vivida e que aceleram (ou travam) a propagação de comportamentos. A cultura propaga-se por redes de relações, não apenas por estruturas hierárquicas. Ignorar essas redes é renunciar à possibilidade de a transformar.

Em terceiro lugar, é fundamental identificar os comportamentos que realmente fazem a diferença para transformar a cultura. O foco deverá estar na adoção de um conjunto reduzido de comportamentos essenciais, isto é, ações concretas que, se forem praticadas de forma recorrente e consistente em todos os níveis da organização, podem impulsionar a mudança cultural.

As culturas não mudam rapidamente, mas uma abordagem disciplinada centrada nestes comportamentos permite acelerar uma evolução com propósito. À medida que os colaboradores começam a adotar esses comportamentos, é importante reconhecer e recompensar esse esforço. Este reforço torna a cultura mais “visível” e mais credível, porque traduz expectativas em práticas e práticas em hábitos.

A liderança é o amplificador cultural mais poderoso de qualquer organização. Quando os líderes incorporam, de forma consistente, os comportamentos que dizem valorizar, a cultura ganha credibilidade.

Quando há desfasamento entre discurso e prática, mesmo a estratégia de comunicação mais sofisticada não consegue compensar essa fratura. O estudo da PwC (Global Culture Survey 2021) é particularmente claro neste ponto: a confiança dos colaboradores na liderança constrói-se na coerência entre aquilo que é dito e aquilo que é efetivamente vivido. E a falta de confiança tem impactos diretos: reduz a motivação, dificulta a retenção de talento e enfraquece a capacidade de mobilizar pessoas em torno da mudança. 

Esta exigência é hoje ainda maior do que era há cinco anos. O estudo da PwC (29.º CEO Survey 2026), mostra que 66% dos CEO afirma que as suas organizações enfrentaram preocupações de confiança por parte de, pelo menos, um grupo de stakeholders nos últimos 12 meses, em temas que vão desde a segurança da IA à privacidade de dados, passando pela sustentabilidade. Liderar deixou, assim, de ser um exercício de gestão, para se afirmar cada vez mais como um exercício de coerência cultural.

Num contexto marcado por mudança acelerada, transformação digital, automatização e crescente exposição reputacional, a confiança tornou-se um dos ativos mais críticos de qualquer organização. Não se trata apenas da confiança entre pessoas: trata-se da confiança que clientes, colaboradores, investidores, fornecedores e reguladores depositam na organização enquanto sistema.

Esta confiança pode ser entendida, através do estudo PwC (29.º CEO Survey 2026), em diferentes dimensões complementares, nomeadamente a capacidade de entregar com fiabilidade e agilidade (confiança operacional), a transparência e integridade na comunicação e no reporting (confiança de accountability) e a utilização responsável e segura de dados, IA e tecnologia (confiança digital).

O estudo PwC Global Workforce Hopes and Fears Survey 2025 reforça a importância de fatores como a confiança, o contexto cultural e a clareza na forma como as mudanças são comunicadas, evidenciando o seu impacto na forma como os colaboradores se envolvem, se adaptam e contribuem para o desempenho organizacional. Por outras palavras: a confiança deixou de ser um princípio e passou a ser uma infraestrutura organizacional, sem a qual a cultura não se sustenta e a transformação não acontece.

Por fim, e talvez o pilar mais subestimado: a dimensão emocional. Os sentimentos no local de trabalho – sejam ou não verbalizados – determinam, em grande medida, a motivação dos colaboradores e a sua capacidade de contribuir. A forma como as pessoas se sentem em relação ao seu trabalho é, frequentemente, um dos fatores mais determinantes para o sucesso (ou insucesso) de uma organização.

Os sentimentos sinalizam necessidades. Reconhecer essas necessidades e responder-lhes através de práticas concretas de gestão, é uma das formas mais eficazes de gerar engagement sustentável. Dados do estudo PwC (Global Workforce Hopes and Fears Survey 2024) reforçam este ponto: apesar do contexto exigente, mais de metade dos colaboradores afirma sentir-se otimista sobre o futuro da sua organização, desde que compreenda a direção e se sinta parte dela.

Energia emocional não é um tema "soft". É uma condição crítica da execução.

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Da cultura declarada à cultura vivida: o papel estratégico dos RH

Como já vimos, a cultura organizacional é, hoje, amplamente reconhecida como um dos principais ativos das organizações: invisível, mas determinante na forma como a estratégia é executada, como as pessoas se relacionam e como o valor é criado. 

No entanto, há uma dimensão deste debate que continua frequentemente subvalorizada: a cultura não se decreta nem se comunica em apresentações institucionais, vive-se através das práticas de gestão de pessoas que cada organização escolhe (ou não) implementar. É na forma como se avalia desempenho, se desenham carreiras, se reconhece e remunera, se ouve o clima e se gere talento que a cultura ganha (ou perde) consistência.

Por outras palavras, a cultura vive-se ao longo do ciclo de vida do colaborador na organização, e é precisamente aí que a função de Recursos Humanos se afirma como verdadeiramente estratégica: como arquiteta da cultura vivida e guardiã da coerência entre aquilo que a organização diz ser e aquilo que efetivamente é.

E os dados confirmam este impacto. O estudo PwC (Global Culture Survey 2021) demonstra que organizações com culturas distintivas, estão associadas a 80% mais probabilidade de satisfação dos colaboradores, 89% mais probabilidade de satisfação dos clientes, 48% mais probabilidade de aumento de receita do que as que não as têm. 

A cultura não é, por isso, uma despesa de "soft management": é um investimento de retorno mensurável e o veículo desse investimento é, em larga medida, as práticas estratégicas de RH ao longo do ciclo de vida do colaborador.

Vejamos como cada momento desse ciclo é, na prática, um momento cultural:

1. Atração e seleção: a cultura começa antes da entrada
1. Atração e seleção: a cultura começa antes da entrada

Quem se atrai define quem a organização vai ser nos próximos anos. Os critérios de seleção, a employee value proposition e a experiência de candidatura são as primeiras manifestações culturais que um futuro colaborador vivencia. Integrar competências comportamentais e inteligência emocional nos processos de seleção, e não apenas competências técnicas, é uma decisão deliberadamente cultural: garante que quem entra reforça o ADN desejado.

2. Onboarding e integração: os primeiros dias contam para sempre
2. Onboarding e integração: os primeiros dias contam para sempre

A integração é o momento em que a promessa cultural feita no recrutamento é (ou não) confirmada. Processos de onboarding bem desenhados, que vão além do operacional e expõem o novo colaborador ao propósito, aos rituais e aos comportamentos críticos da organização, aceleram a identificação cultural. Quando a integração falha, os primeiros sinais de desalinhamento aparecem precisamente aqui e dificilmente se recuperam.

3. Desenvolvimento e carreira: dizer o que se valoriza pelos caminhos que se desenham
3. Desenvolvimento e carreira: dizer o que se valoriza pelos caminhos que se desenham

Os caminhos de progressão que a organização desenha e os que efetivamente coloca em prática, revelam quem é reconhecido, quem é promovido e porquê. Carreiras transparentes, com critérios claros e oportunidades de mobilidade transversal, sustentam culturas de mérito, aprendizagem e abertura. 

4. Avaliação de desempenho: o "como" é tão cultural quanto o "quê"
4. Avaliação de desempenho: o "como" é tão cultural quanto o "quê"

A forma como uma organização avalia e comunica aquilo que verdadeiramente valoriza. Um modelo que mede apenas resultados reforça uma cultura de resultados a qualquer custo; já um modelo que integra também os comportamentos, tais como colaboração, desenvolvimento de equipas, alinhamento com os valores, reforça uma cultura de coerência entre meios e fins. A escolha dos critérios de avaliação é, em si mesma, uma declaração cultural.

5. Reconhecimento e remuneração: “o que se recompensa, repete-se”
5. Reconhecimento e remuneração: “o que se recompensa, repete-se”

A forma como uma organização avalia e comunica aquilo que verdadeiramente valoriza. Um modelo que mede apenas resultados reforça uma cultura de resultados a qualquer custo; já um modelo que integra também os comportamentos, tais como colaboração, desenvolvimento de equipas, alinhamento com os valores, reforça uma cultura de coerência entre meios e fins. A escolha dos critérios de avaliação é, em si mesma, uma declaração cultural.

6. Clima organizacional e escuta ativa: ouvir para reduzir o gap
6. Clima organizacional e escuta ativa: ouvir para reduzir o gap

Como vimos no Pilar 2, reduzir o gap entre cultura declarada e cultura vivida exige escuta estruturada e contínua. Estudos de clima bem desenhados, articulados com mecanismos de escuta contínua e com a ativação dos líderes informais, não são um exercício de medição: são um instrumento de gestão. Permitem antecipar fricções, identificar oportunidades de melhoria e ajustar práticas antes que o problema se torne sistémico.

7. Gestão da mudança: o teste cultural por excelência
7. Gestão da mudança: o teste cultural por excelência

É nos momentos de transformação (e.g. fusões, reestruturações, transformação digital, novos modelos de trabalho) que a cultura é verdadeiramente testada. Os dados dos estudos PwC (Global Workforce Hopes and Fears Survey 2024) e (Global Workforce Hopes and Fears Survey 2025), mostram que níveis baixos de compreensão e envolvimento dos colaboradores em processos de mudança estão associados a maiores dificuldades na sua implementação. Práticas estruturadas de gestão da mudança, tais como comunicação contínua, envolvimento de change agents, capacitação das chefias intermédias, monitorização de impactos, permitem que a cultura sustente, em vez de travar, a transformação.

8. Offboarding: a cultura também se vê na saída
8. Offboarding: a cultura também se vê na saída

A forma como uma organização se despede dos seus colaboradores é uma das suas mais reveladoras manifestações culturais. Entrevistas de saída bem conduzidas, processos de saída dignos e a manutenção de redes de alumni não só fornecem inputs valiosos sobre a cultura real, como reforçam externamente uma reputação coerente, fundamental num mercado de talento cada vez mais transparente.

Conclusão: RH como arquiteto da cultura vivida

A cultura de uma organização é o seu ADN, único, distintivo e determinante para o desempenho. Mas o ADN, por si só, não basta: é necessário que se expresse, de forma consistente, em cada decisão de seleção, em cada momento de integração, em cada conversa de avaliação, em cada promoção, em cada modelo de reconhecimento, em cada processo de mudança e em cada despedida.

É aqui que a função de Recursos Humanos deixa de ser administrativa e se afirma como verdadeiramente estratégica: como arquiteto da cultura vivida, desempenhando a função que desenha, integra e ativa o sistema de práticas que transforma intenção cultural em comportamento, e comportamento em resultados.

Investir no desenho e implementação de práticas estratégicas de RH, integradas e alinhadas com a estratégia, não é uma opção entre muitas: é a forma mais concreta e mensurável de proteger, ativar e fazer evoluir a cultura. Numa era em que a única certeza é a transformação contínua, as organizações que conseguirem alinhar cultura, estratégia e práticas de pessoas terão não apenas equipas mais comprometidas e clientes mais satisfeitos, mas também maior capacidade de adaptação, retenção de talento e criação de valor sustentável.

A cultura forte não é a mais bem definida, mas sim a mais consistentemente vivida. E essa consistência constrói-se, todos os dias, nas práticas de RH.

Recomendações PwC

Na PwC, acompanhamos as organizações no desenho e implementação de práticas estratégicas de RH que tornam a cultura um verdadeiro motor de execução. Com base na nossa experiência, identificamos quatro frentes de atuação que, quando trabalhadas de forma integrada, fazem a diferença:

Diagnosticar antes de transformar

Avaliar o alinhamento entre a cultura atual, a estratégia e as práticas de gestão de pessoas é o ponto de partida. Identificar gaps de perceção entre lideranças e colaboradores, mapear traços culturais dominantes e definir os comportamentos críticos a reforçar permite desenhar uma agenda de transformação realista, focada no que realmente importa.

Redesenhar as práticas de RH como sistema, não como peças soltas

Avaliação de desempenho, carreiras, remuneração, reconhecimento, desenvolvimento, gestão de talento, gestão da mudança: cada uma destas práticas comunica cultura. O retorno cultural só se materializa quando estas práticas são revistas de forma integrada e coerente entre si, alinhadas com os comportamentos críticos e com a estratégia da organização.

Capacitar lideranças e ativar líderes informais

A cultura propaga-se, em primeira instância, pelas chefias diretas e pelos líderes informais. Programas de capacitação de liderança orientados para a coerência entre discurso e prática, complementados pela identificação e mobilização de líderes informais enquanto agentes culturais, aceleram a tradução da cultura declarada em cultura vivida.

Cultivar uma cultura que acompanhe a velocidade da inovação

Transformações organizacionais (e.g. reestruturações, fusões, transformação digital, novos modelos de trabalho) são os momentos em que a cultura é mais testada. Práticas estruturadas de gestão da mudança, com comunicação contínua, escuta ativa e monitorização de impactos, são determinantes para que a cultura sustente – em vez de travar – a transformação.

Ana Rita Trigo, Workforce Manager, PwC Portugal





Ana Rita Trigo
Workforce Manager
PwC Portugal

Ana Rita Trigo conta com mais de 10 anos de experiência em Gestão de Recursos Humanos, tendo iniciado a sua carreira na PwC em 2014.

Possui experiência em projetos de gestão estratégica de Recursos Humanos desenvolvidos em diferentes contextos organizacionais e setores, incluindo Portugal, Angola e Cabo Verde.

Tem participado em diversas iniciativas de transformação organizacional e de desenvolvimento de práticas de RH, incluindo: Auditoria a Práticas de Capital Humano; Análise e Descrição de Funções; Avaliação e Qualificação de Funções (Metodologia PwC STRATA); Benchmarks Retributivos (Análise de Equidade Interna e Competitividade Externa); Desenho de Modelos de Capital Humano, nomeadamente Avaliação de Desempenho, Gestão de Carreiras e Sucessão e Compensação e Benefícios; Desenvolvimento de Processos de Recrutamento e Seleção e Programas de Outplacement; Desenho de Políticas de Gestão Estratégica de Recursos Humanos; Mapeamento de Processos de Recursos Humanos (componente estratégica e administrativa); Implementação de Estudos de Clima Organizacional; Programas de Assessment de Competências (comportamentais e técnicas) e Desenvolvimento de Programas de Gestão da Mudança.
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Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Lusófona de Lisboa


Eliana Veiga, Workforce Consultant, PwC Portugal





Eliana Veiga
Workforce Consultant
PwC Portugal

Eliana Veiga conta com cerca de 2 anos de experiência em Gestão de Recursos Humanos, tendo integrado a PwC em outubro de 2025.

Possui experiência em projetos de gestão estratégica de Recursos Humanos, desenvolvidos em diferentes contextos organizacionais e setores em Portugal. Tem participado em iniciativas de transformação organizacional e de desenvolvimento de práticas de RH, incluindo: Auditoria a Práticas de Capital Humano; Análise de Estudos de Clima Organizacional, com exposição a diferentes geografias; Benchmarks retributivos (análise de equidade interna); Desenho de Modelos de Capital Humano, nomeadamente Gestão de Carreiras e Sucessão, Avaliação de Desempenho; Desenvolvimento de Processos de Recrutamento e Seleção e Programas de Outplacement.
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Mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Consultoria Organizacional pela Iscte Business School

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Gabriela Teixeira

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