Portugal findings

PwC's 22nd CEO Survey: CEOs' curbed confidence spells caution

Na edição deste ano do Global CEO Survey, os CEO portugueses estão agora menos confiantes no crescimento da economia global, mostrando uma maior prudência (de 77% para 55%).

Acompanhando também as tendências dos CEO globais, os portugueses estão também com menor confiança relativamente ao crescimento das receitas das suas empresas, a longo prazo (3 anos), contudo, estão mais confiantes no curto prazo (próximos 12 meses).(de 83% para 84%)

Nesta edição, os CEO nacionais, mantêm a sua preocupação com a incerteza geopolítica (81%) e com o aumento do populismo (77%), mantendo também a preocupação com as dificuldades em encontrar talentos e com a disponibilidade de competências essenciais para os seus negócios.

Principais conclusões

Talento

79% dos CEO portugueses estão preocupados com a disponibilidade de competências essenciais. Na sequência desta indisponibilidade, 52% consideram que isto está a impossibilitar que as suas organizações não sejam capazes de inovar, 48% indica que os custos com trabalhadores estão a aumentar e 44% acham que não têm capacidade de responder a oportunidades disponíveis no mercado.

60% pretendem aumentar a sua força de trabalho, embora considerem ser mais difícil recrutar talentos no contexto das suas indústrias (71%). 50% indicam que a falta de qualificações representa um dos maiores entraves à contratação de novos colaboradores.


Análise de dados

53% dos CEO em Portugal acreditam que possuem uma capacidade superior à da concorrência, na tomada de decisões baseadas em análise de dados.

Quanto à informação mais relevante para a tomada de decisão, 97% indicam que esta diz respeito aos seus clientes, e às preferências e necessidades destes. Contudo, metade dos inquiridos considera que a informação recebida, ainda que adequada, é insuficiente.


Inteligência Artificial

Para quase 89% dos CEO nacionais, nos próximos 5 anos a Inteligência Artificial (IA) irá alterar significativamente os seus modelos de negócio. Alargando o âmbito, 67% acredita que os desenvolvimentos nesta área terão um impacto global superior ao da revolução da Internet, e 51% considera que a IA igualará a Inteligência Humana.

83% concordam que os Governos devem desenvolver estratégias e políticas nacionais para a IA, incluindo o impacto esperado na comunidade. Governos e empresas precisam de trabalhar em conjunto para ajudar os seus colaboradores na adaptação ao impacto disruptivo promovido pela tecnologia.

“Na atual era digital, a correta e eficaz utilização dos dados e a qualidade da informação que os CEO recebem, são críticas para o sucesso dos negócios. Estas são duas das questões que, também, preocupam os CEO em Portugal.”

José BernardoTerritory Senior Partner

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