Portugal findings

21º CEO Survey: The Anxious Optimist in the Corner Office

Portugal não é exceção

Para a PwC, é sempre importante fazer parte de mais uma reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, com colegas, líderes de empresas, políticos e académicos de todo o mundo.
Este tem vindo a revelar-se, desde há vários anos, o momento ideal para o lançamento do nosso Global CEO Survey.

Apesar de alguma preocupação, amplamente divulgada, sobre a incerteza geopolítica, algum mau comportamento corporativo e o potencial da inteligência artificial em destruir empregos, o Global CEO Survey da PwC, deste ano, revela uma confiança e um otimismo surpreendentes entre os principais CEO globais, no ambiente económico e comercial, pelo menos durante os próximos 12 meses. Portugal não é exceção e, de facto, os CEO nacionais mostram-se até mais otimistas do que os CEO ao nível global.

   

Principais conclusões

Confiança no crescimento

Este ano assistimos ao salto considerável do nível de otimismo global dos CEO relativamente às perspetivas de crescimento global, nos próximos 12 meses. Pela primeira vez, desde que começámos a colocar esta questão, em 2012, a maioria dos CEO inquiridos acredita que o crescimento económico global “melhorará”. De facto, a percentagem de CEO que prevê o melhor crescimento duplicou, relativamente ao ano passado. Portugal não é exceção e, quando comparados com a confiança global, os CEO nacionais mostram-se até mais otimistas com 77% a ter muita confiança no crescimento económico global.

A dúvida que se coloca é:
E o que irá suceder com estas perspetivas positivas dos CEO, após 2018?

Quando perguntámos aos CEO acerca das expetativas de crescimento das suas próprias empresas, nos próximos três anos, o entusiasmo global decresceu. De facto, globalmente, este é o primeiro ano em que a percentagem de CEO “algo confiantes”, supera a dos “muito confiantes”. Os CEO em Portugal estão mais confiantes nas suas empresas. Típica e historicamente, os CEO demonstram maior confiança no longo prazo do que no futuro imediato. A última vez a que assistimos a níveis menos confiantes no longo prazo foi em 2009, quando a confiança global teve uma queda, após o rescaldo da crise financeira global.

Ameaças ao crescimento:
O que mantém os CEO acordados à noite difere de região para região

Quando questionámos os CEO acerca das ameaças às expetativas de crescimento das suas empresas, os níveis de “extrema preocupação” aumentam ao longo de quase todas as ameaças analisadas. Uma exceção interessante é o excesso de regulamentação, que se manteve estagnado nos 42%. Isso não quer dizer que já não é uma preocupação prioritária, na verdade esta é a principal preocupação global e está no top 5 em todas as regiões analisadas. 

Embora ainda estejam globalmente confiantes, atualmente, pode não ser assim tão fácil para os CEO prever para além do curto prazo.

José BernardoTerritory Senior Partner

Explore os dados

Use a nossa ferramenta de análise de dados para ver como os CEOs responderam ao nosso 21º Global CEO Survey.

Os CEOs acreditam que o crescimento económico global irá melhorar, permanecer ou diminuir nos próximos 12 meses?
Os CEOs acreditam que o crescimento econômico global irá melhorar, permanecer o mesmo ou diminuir nos próximos 12 meses?

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